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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, ALTO DA LAPA, Mulher, de 56 a 65 anos, Portuguese, Spanish, Livros, Arte e cultura Outro - skype
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" A BASE DA EDUCAÇÃO "
A base da educação está no amor, na confiança e na alegria. Se o ambiente em que vivem as crianças está envolto por ódio, suspeitas e trevas , reformas educacionais tornan-se sonhos impraticáveis. Estas devem ser iniciadas pela geração dos pais, pessoas mais próximas das crianças, reconhecendo-se e louvando aquilo que é verdadeiro, o bem , o belo.
Escrito por Escrito por Fatóca às 18h09
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RECEITA DE PANQUECA DELICIOSA E SIMPLES
Ingredientes 1 copo de leite 1 ovo1 copo de farinha de trigo1 colher de sopa de óleo1 pitada de sal Modo de Preparo Bata os ingredientes no liquidificador Pré aqueça uma frigideira de teflon com uma colherinha de óleo Coloque a massa na frigideira com o auxílio de uma concha Deixe assar até que a borda obtenha uma cor dourada Vire a panqueca e recheie ao seu gosto (carne, queijo e presunto, frango etc)deixando dourar o outro lado Enrole e reserve-as em um pirex Cubra com molho de tomate polvilhado com queijo ralado e leve ao forno pouco antes de servir só para aquecer Sempre que quiser pode aumentar a quantidade, é só dobrar a receita tirando o sal da receita você pode rechear a panqueca com doce de leite, brigadeiro, nutela, banana, geléia, e se quiser salgada, carne moida fritinha e no molho de tomate. Espero que agrade a todas.
Escrito por Escrito por Fatóca às 13h02
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RECEITA DE BARREADO DE ANTONINA - PR
A receita original do Barreado de Antonina - PR 
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Por ser um prato muito requisitado, o Barreado passou a ser servido comercialmente por um grande número de restaurantes espalhados pelo Brasil e até no exterior. Se por um lado isto ajudou a difundir esta delícia da culinária popular brasileira, por outro fez surgir algumas variações da receita original cujo sabor final ficou aquém do legítimo Barreado. Felizmente, a autenticidade deste prato foi resgatada e isto pode ser comprovado por aqueles que saborearem a receita abaixo: | Ingredientes para 15 pessoas |
| 5 kg | quilos de carne magra sem osso (paleta ou maminha de alcatra); | 500 | gramas de toucinho ou bacon fatiado; | 1 | quilo de tomates maduros, rijos, sem pele, sem sementes e picados; | 1 | quilo de cebolas de tamanho médio , sem cascas, cortadas em quatro pedaços; | 3 | folhas de salsão ou aipo picadas; | 3 | pés de alho-porro picados; | 1 | colher de sopa de cominho em pó; | 1 | colher de sopa de orégano em pó; | 3 | maços de cheiro verde picados; | 3 | colheres de sopa de extrato de tomate; | 5 | folhas de louro; | 5 | colheres de sopa sal; | 1 | colher de sopa de pimenta-do-reino, mais ou menos; | 1 | cabeça de alho descascada e moída; | 1 | noz-moscada ralada; | 4 | colheres de sopa de vinagre de vinho; | 3 | folhas verdes e pequenas de bananeira para sobrepor ao conteúdo da panela; | 2 | quilos de farinha de mandioca fina para o lacre e para a mesa; | 3 | quilos de banana-caturra maduras e frescas; | 1 | vidro de pimenta malagueta para a mesa. | | | |
| Recipientes utilizados: |
| | panela de barro esmaltada grande com tampa; | 1 | bacia para os cubos de verduras; | 1 | bacia para os tabletes de carne; | 1 | bacia para preparação do lacre da panela; | 15 | cumbucas pequenas de barro com tampa para servir porções individuais de Barreado; | 1 | cumbuca média para servir a farinha de mandioca; | 15 | pratos rasos e talheres (garfos, facas, colheres, guardanapos, etc.). | | | |
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Dicas importantes para se fazer um bom Barreado | | Compra da carne | Compra da verdura | | As tradicionais cozinheiras de Antonina e Morretes fazem o Barreado com qualquer carne de segunda, desde que as mesmas sejam magras, sem ossos e bastante fibrosas. A paleta magra ou maminha de alcatra têm estas características e podem ser encontradas ou encomendadas em qualquer distribuidor de carne. Combine paleta e maminha caso não encontre uma ou outra em quantidade suficiente. Atente para que a carne não contenha gordura ou sebo, esteja fresca, bastante fibrosa e venha cortada em uma ou duas peças, no máximo. | Procure adquirir as verduras antecipadamente e de preferência sob encomenda junto ao seu fornecedor de confiança. Acontece que produtos indispensáveis como alho-porro, salsão ou aipo são difíceis de ser encontrados em supermercados. Na compra antecipada, mantenha as verduras de molho numa vasilha com água até a hora da preparação do Barreado. | | Folha de bananeira: | Barreando a tampa: | Encontre duas ou três folhas novas e verdes de bananeira, que servirão para forrar todo o conteúdo da panela antes da mesma ser tampada e lacrada. Lave-as demoradamente e recorte-as em forma de circunferência (maior que a boca da panela) nas suas parte mais largas. Estas folhas, além de darem um gosto especial ao Barreado, ajudam a abafar a fervura de forma que o lacre da tampa da panela se torne mais resistente ao vapor. Veja o exemplo:  | Um dos segredos do autêntico Barreado está no lacre da tampa da panela. Este lacre é feito com farinha de mandioca fina solvida em água fria e serve para evitar a saída de vapor durante todo o período de cozimento em fogo baixo. É muito importante que este lacre não se rompa. Como o Barreado não leva água, mas apenas o líquido da carne e da verdura, manter a panela hermeticamente fechada é vital para se obter o melhor sabor do prato. Um quilo de farinha é suficiente para lacrar a tampa de uma panela grande de barro. Despeje um pacote de farinha numa bacia, adicione água fria e mexa o angu com as duas mãos até ele se transformar numa argamassa, nem muito mole e nem muito dura. Para barrear, enrole a massa até formar um cubo gosso e calafete a tampa ao corpo da panela. Molhe as mãos em água fria e passe seguidamente sobre a argamassa até o anel de vedação ficar bem liso e aderente. | | Modo de preparar o Barreado | | Cortando a carne: | Cortando o toucinho: | | Observe o sentido da fibra da carne antes de iniciar a retalhação da peça. Corte a carne em tabletes longos em forma de retângulos com cerca de 12 cm de comprimento, 4 cm de largura e 2 cm de altura. As fibras devem estar dispostas no sentido longitudinal, ou seja, no sentido do comprimento do tablete. Isto fará com que a carne se transforme em fios longos após o Barreado estar no ponto. Coloque os tabletes em uma bacia e deixe repousar alguns minutos. | Fatie o toucinho em forma de lâminas retangulares finas. O bacon fatiado substitui com vantagem o toucinho, por já se apresentar defumado, o que proporciona um sabor mais leve ao Barreado. | | Picando as verduras: | Preparando a panela: | | Para descascar os tomates, coloque todos numa bandeja e leve-os ao forno quente por alguns minutos. Depois de bem lavadas, corte as verduras (tomate, cebola, salsão ou aipo, cheiro verde, alho-porro) em pequenos cubos de dois ou 3 centímetros e deixe tudo repousando numa bacia. | Inicialmente, forre o fundo da panela com uma camada de toucinho ou bacon fatiado. Sobreponha o toucinho ou bacon com outra camada de cubos de tempero. Faça uma terceira camada com tabletes de carne. Repita estas três camadas até o conteúdo ocupar mais ou menos 3/4 (três quartos) da panela. Adicione os caldos das bacias de carne e de tempero. Acrescente uma colher de sopa de cominho em pó, uma de orégano, uma de pimenta-do-reino, três de extrato de tomate, cinco de sal, quatro de vinagre de vinho, cinco folhas de louro, uma cabeça de alho ralada e a noz-moscada ralada. Finalmente, forre o conteúdo com as folhas de bananeira em forma de circunferência, tampe a panela e leve ao fogo. | | Levando ao fogo: | Cuidados com o cozimento: | | Tradicionalmente, o Barreado é feito em fogão a lenha, mas nada impede que seu cozimento se dê em fogão a gás. Para isto, são necessárias algumas providências: a chama tem que estar no ponto mínimo e a panela deve ser colocada sobre uma chapa de ferro ou alumínio para que não fique em contato direto com o fogo. Após colocar a panela sobre a chapa, inicie o processo de barreamento, que consiste em lacrar a tampa com a argamassa (angu) de farinha de mandiocas. | Após uma hora sobre a chapa sobre fogo brando, o Barreado entra em processo de cozimento, que deve ser acompanhado atentamente. Observe que o anel de argamassa se torna seco e à vezes se rompe devido à força do vapor. Mantenha a bacia com a argamassa de farinha sempre à mão e restaure o lacre toda vez que notar a saída de vapor. Para reparar o lacre, enrole um pequeno cubo de argamassa e aplique no local do vazamento para estancar o escape de vapor. Umedeça a mão em água fria e alise seguidamente até o remendo se fundir com o anel de argamassa seco. | | No ponto: | Servindo o Barreado: | | O Barreado deve ser levado ao fogo com pelo menos 24 horas de antecedência do momento de ser servido. Sendo assim, o Barreado que será servido no almoço precisa ir ao fogo por volta da meia-noite do dia anterior. Como a panela está lacrada, o aroma forte exalado pela tampa após 18 horas de cozimento é a única forma de saber que o Barreado está quase no ponto. Dependendo do fogo, o Barreado estará pronto para ser consumido de 16 a 24 horas de cozimento. | Apague o fogo após abrir o lacre da panela, mas não esqueça de manter a chapa sempre quente. Coloque as porções em cumbucas de barro e leve à mesa, se possível sobre fogareiros com fogo fraco. Em mesa coletiva, pode-se levar a panela grande sobre fogareiro. Coloque na mesa, preferencialmente, uma cachaça fina feita de banana para aperitivo. Na falta, caipirinha ou conhaque para abrir o apetite e cerveja ou vinho para acompanhamento. | | Compondo a mesa: | | | Originalmente, o Barreado é servido com arroz, farinha de mandioca, banana-caturra ou nanica e pimenta malagueta. Pode-se acrescentar a isto porções de couve refogada, salada mista e banana-caturra madura., pirão feito com o próprio caldo, farofa e laranja-pêra, salada mista e banana-caturra madura. Requente o Barreado quantas vezes for necessário, sem necessidade de "barrear". | |
Escrito por Escrito por Fatóca às 20h41
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Receita de Filé de Frango Vapt-Vupt
1 Kg de filé de peito de frango temperado à gosto ( 6 pessoas ) Coloque num refratário untado com margarina. Reserve. Em três colheres de sopa de azeite, refogue 1 alho poró fatiado (inclusive a parte verde mais tenra) até ficar macio.
Retire do fogo e acrescente 1 caixinha de creme de soja (ou creme de leite light ou comum mesmo), 1 copo de requeijão cremoso. Corrija o sal, e espalhe por cima dos filés de frango. Cubra com folha de alumínio e leve ao forno médio/baixo pré-aquecido por aproximadamente 40 minutos. Sirva com arroz branco e batata palha. O resultado foi muito bom....o filé ficou macio, úmido e o creminho de alho poró muito suave...delicioso acompanhado de batata palha e arroz! Beijos Fátima
Escrito por Escrito por Fatóca às 20h27
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RECEITA RÁPIDA DE PEIXE
PESCADINHA, OU LINGUADO, OU ST PITER AO FORNO Ingredientes 1 kg de filé de um desses peixes. 1 copo de requeijão. 1 xícara de molho de tomate encorpado. folhinhas de manjericão. Azeite. Preparo Tempere os filés com sal e limão e reserve. Bata no liquidificador o requeijão e o molho de tomate, formando um creme rosé. Unte uma forma refratária com azeite, coloque os filés e por cima o creme rosé. Leve ao forno préaquecido até o cozimento dos filés, ou seja : 15 minutos no forno forte. Enfeite com as folhinhas de manjericão. Acompanha arroz branco. ( tirado e aprovado do livro "O avental " - Silvia - p.149 ) Bom apetite ! Fatóca
Escrito por Escrito por Fatóca às 20h24
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" OLHE PARA DEUS "
Assoviando a vida
Olhe para trás, veja os obstáculos que você superou. Veja o quanto você já aprendeu nesta vida e quanto você cresceu… Olhe para frente, não fique parado, levante-se quando tropeçar e cair. Estabeleça metas, tenha planos e prossiga com firmeza. Olhe para dentro, conheça seu coração e analise seus projetos, mantenha puros seus sentimentos, não deixe que o orgulho, a vaidade e a inveja dominem seus pensamentos e seu coração. Olhe para o lado, socorra quem precisa de você. Ame o próximo e seja sensível para perceber as necessidades daqueles que o cercam. Olhe para baixo, não pise em ninguém, perceba as pequenas coisas e aprenda a valorizá-las.
Olhe para cima. Há um Deus maior do que você que o ama muito e cuida para que você tenha tudo aquilo que necessitar. Olhe para Deus. Perceba a profundidade, a riqueza e o poder da bondade divina. Sinta esse Deus que olha por você em todos os dias de sua vida…
Escrito por Escrito por Fatóca às 18h17
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" Escondido "
- Marina, o que é cidadania ? - Cidade de quem ? - Ci-da-da-ni-a. - Já sei ! Quer dizer: sei, mas não sei falar. Entendeu ? - Entendi. É isso mesmo. - Isso mesmo, o quê ? - Cidadania é tanta coisa que a gente acaba não sabendo falar. - E agora é a minha vez de perguntar: tio Joanico, o que é cidadania ? - Você vai me ajudar a responder. Quer ver ? Observe alguma coisa ao seu redor. - Hum . . . Um toquinho de lápis. - Cidadania é isso ! - Lápis ? - O lápis e o que está escondido no lápis. - Escondido ? - Cidadania é o direito de ter um lápis e descobrir os desenhos que ele pode fazer ou as palavras que ele pode escrever. - Ou as histórias que ele pode inventar. - Eu sabia que você sabia, Marina Gudina de Gurrunfina de Maracutina Xiringabutica ! - E eu sabia que você sabia que eu sabia, tio Joanico Gudico de Gurrunfico de Maracutico Xiringabutico ! Cidadania é o direito de descobrir as coisas dentro das coisas que a gente vai descobrindo. ( este é o Chico dos Bonecos ! ) 
Escrito por Escrito por Fatóca às 12h14
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O Avião e a Borboleta
- O meu võo é simples direção. Ao decolar já sei de cor onde pousar. Abraço a terra e beijo o ar. - O meu vôo é simples de voar. Só sei de cor borboletar. Beijo a terra e abraço o ar. - E o seu vôo ? 
Escrito por Escrito por Fatóca às 14h25
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I A R A
Você já viu uma sereia ? Nem eu. As sereias estão no imaginário popular desde cedo. São muitas as histórias que ouvimos, falando deste ser encantado. Aí vai uma delas: " A Iara é uma lenda do folclore brasileiro, comum na região amazônica . Dizem que a Iara é uma bela mulher , parecida com uma índia de longos cabelos negros. Ao entardecer, ela sai as profundezas d'água e vem sentar-se em uma pedra onde penteia os cabelos com um pente de prata, virando-se em um espelho. O que diferencia a Iara de uma mulher comum é sua forma: mulher até a cintura e em vez, de pernas humanas, ela possue uma longa cauda como um peixe. Com sua vóz delicada e seu canto maravilhoso, a Iara seduz os homens que hipinotizados, são levados para o fundo dos rios onde desaparecem para sempre . " Por isso se você ouvir um belo canto à beira de um rio, cuidado ! Pode ser o canto da Iara, ou de alguma sereia ! ! ! Beijinhos, Fatóca Praxisteles 
Escrito por Escrito por Fatóca às 14h41
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LENDA DO LOBISOMEM II - O RETORNO
Pois bem, ou seria pois mal ? O lobisomem ataca as pessoas e suga-lhes o sangue. Quem é atacado por um lobisomem, se não morrer, também será vítima desta triste sina e se transformará num lobisomem. Ao amanhecer , quando galo canta ele se transforma em homem novamente. Para desfazer a sina, é preciso chegar bem perto dele e sem que ele perceba, bater-lhe bem forte na cabeça com uma tora de carvalho. É bom também assustá-lo e afastá-lo com um crucifixo de escudo e usar um colar de alho , que ele nem chegará muito perto. Fiquem atentos meus amiguinhos e até a próxima, Praxisteles de Miranda. 
Escrito por Escrito por Fatóca às 11h31
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LENDA DO LOBISOMEM
Não é novidade prá ninguém, pelo contrário, esta é uma lenda antiquíssima. Um passou para o outro até que encontrei num livro sobre o assunto, a lenda, como disse, muito antiga, escrita desse jeito: " Nas noites de quinta para sexta feira, quando a lua está cheia, todos ficam bem preocupados. . . é noite de lobisomem ! Dizem que nasce um lobisomem, quando a mãe tem sete filhas e o oitavo é homem ( sartamo de banda . . . ) . Ele cresce como uma criança normal e aos 13 anos se transforma em lobisomem pela 1ª vez. Ele é metade homem e metade bicho, parece com um lobo. Tem o corpo coberto por pelos ( estilo Tony Ramos ) e orelhas pontudas. Dizem que fica nas encruzilhadas ou na porta dos cemitérios esperando sorrateiro, sua vítima e uivando para a lua. Continua amanhã, não percam !
Escrito por Escrito por Fatóca às 13h30
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LENDA DO CURUPIRA
Minha netinha veio de uma excurção ao Amazonas com uma novidade que garante ser verdade. Lá estava com seus pais, o monitor, enfim o grupo, quando ficou um pouco para trás e viu no meio da mata uma espécie de índio que surgia e desaparecia de repente. . . Meio assustada com a visão, pois percebera que "ele" tinha os pés virados para trás, fazia ruidos misteriosos ( seria para confundir os caçadores ??? ) que assustava qualquer um . . . Ah ! E ainda se assombrou com os cabelos que eram vermelhos como fogo ! ! ! e tinha uma lança na mão ! Correndo para alcançar o monitor, quase tropeçou, mas chegando perto ele notou que ela estava assustada e ofegante e quis saber o que aconteceu. Anita, ainda nervosa, relatou tim-tim-por-tim-tim. Então, o nativo do Amazonas lhe contou que esse ente deveria ser o Curupira que vive nas florestas e é protetor das árvores e dos animais. Perguntou e ela confirmou, se "ele" não se parecia com um menino , com os cabelos vermelhos e arrepiados e os pés voltados para trás. Então , o monitor contou que quando o Curupira percebe caçadores ou devastadores da mata, prepara armadilhas, deixando como rastros, seus pés ao contrário, enganando assim os caçadores que acabam se perdendo na selva. Disse que o Curupira não perdoa aqueles que matam animais indefesos ou fêmeas prenhas e que sua punição é sempre severa. Aconselhou que ela avisasse a todos , que ao entrarem na mata evitar fazer fogueiras para não causar incendios e que não maltratem os animais pois, o Curupira está sempre atento para defender a fauna , a flora, enfim todos os seus habitantes. Contou que ficou mais tranquila conhecendo a lendária figura , como o defensor das matas. 
Escrito por Escrito por Fatóca às 09h49
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A LENDA DA VITÓRIA-RÉGIA
Esta é uma história que os índios mais velhos contam para os curumins. Naia era uma jovem índia que encantava os guerreiros da tribo por sua beleza. Porém, ela não se interessava por nenhum deles. Desde pequena, ela ouvia as histórias que contavam sobre a Lua. Os índios acreditavam que a Lua Transformava as jovens por quem se apaixonava em estrelas no céu. O sonho de Naia era ser uma estrela ao lado da Lua. Então, ela passava as noites esperando por isso. Quando o dia raiava, Naia corria desesperada atrás da Lua e permanecia à beira do rio, sem comer, sem dormir, esperando pela volta do seu amor. Assim foi enfraquecendo... Um dia,após longa tempestade, a Lua não apareceu. Naia adoeceu de saudades, e mesmo com os remédios dos pagés, ela não se recuperava. Assim que as chuvas cessaram e a Lua voltou ao céu, Naia saiu desesperada para a margem do rio e, ao ver o reflexo majestoso da Lua na água, mergulhou como se fosse abraçada por ela. Nunca mais voltou. No lugar onde ela mergulhou, nasceu uma flor gigantesca de delicado perfume e longas pétalas que se abriam à luz da Lua. Para os índios, esse foi o presente do Deus Tupã pelo sincero amor de Naia: Uma flor, que chamaram de Vitória-Régia . . . 
Escrito por Escrito por Fatóca às 14h27
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REFLEXÕES
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize quem te ama, sempre.
Escrito por Escrito por Fatóca às 13h27
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LENDA DO UIRAPURU - POR PRAXISTELES DE MIRANDA
Numa tarde de verão, logo muito quente e muito úmida, de 30 de janeiro de 1953, as quatro indiazinhas, lindas, jovens curumins; Ytaporangaba, Guaratingueta, Potyguara e Indaiatuba, foram passear, se refrescarem por ali , perto da sua tribo que ficava na floresta amazônica. Quando chegaram nas margens do rio, resolveram molhar seus fofos pézinhos , brincar na água razinha e ali ficaram dando gritinhos enquanto saltavam e de mãos dadas se atreviam a entrar mais no rio. De repente ouviram uma melodia que vinha de dentro da mata. Ficaram encantadas e na correria, penas e corpos molhados , ficaram curiosas para saber de onde vinha aquela música ! Quando, decepcionadas, encontraram um pequeno curumin, de nome Índio-Cara-De-Bocó, que era muito feio, tocando sua flauta de bambú. - Ora bolas, saia daqui... vá cantar em outra aldeia, ou em outra freguezia, um lugar que curta sua flauta brega - gritou Yta, a mais atrevida, uma personalidade forte que só vendo ! Apoiada pelas amigas que diziam: - É isso aí ! Isso mesmo ! O "coitadinho" do Cara-De-Bocó tratou de sumir para o meio da floresta, com muita raiva das mocinhas ! Satisfeitas , as desaforadas , iam se encaminhando de volta ao rio. Foi aí, nesse mesmo instante, que ouviram uma nova música que soava do outro lado da mata. - Será uma flauta ? - Disse Guará. - É uma música suave e triste - afirmou Indaiá. Ficaram curiosas diante da música tão bela que combinaram de ir novamente buscar de onde vinha... E , rapidamente elas correram para saber de onde vinha a nova música, se embrenharam na floresta , até que encontraram o mais belo e jovem curumin, índio gurerreiro como uma pequena flauta de osso. Ah ! o nome do índio era Juquitiba. Apaixonadas pela música e atraídas pela beleza do guerreiro - muito sarado, bronzeado, barriga de tanquinho, um gatão mesmo, elas começaram a dançar em roda e a cantar canções de amor. De repente ouviram novamente a flauta de bambú do índio feio, que invejoso, revoltado e enciumado resolveu vingar-se. Escondido entre as folhagens, Índio-Cara-De-Bocó , em vez de perceber que não era este seu dom, ou " sua praia " , ele armou o seu arco e preparou-se para atirar !!! As índias correram e cercaram o jovem guerreiro Juquitiba , para protegerem-o, mas uma flecha certeira atravessou seu coração. Quando as quatro índias se agaicharam afim de ajudarem , seu corpo foi desaparecendo , desaparecendo , desaparecendo, transformando-se num pássaro , que saiu voando floresta adentro . A partir deste dia quem penetrasse na mata amazônica ouviria aquele pássaro cantando lindas e tristes músicas e o batizaram de Uirapuru. Quanto as mocinhas, na hora correram para a tribo afim de contarem o que aconteceu. Mas como quem conta um conto aumenta um ponto... Só posso dizer que os índios da amazônia dizem que quem houve seu canto terá felicidade no amor e muita sorte na vida. É fato que o Uirapurú é considerado a maravilha da mata, pássaro que vive cantando tristes e maviosas melodias pela floresta amazônica adentro, afastando-se sempre de quem quer se aproximar , sem deixar que ninguém o alcance. Talves tenha ficado traumatizado. Quanto às mocinhas, elas lamentaram muito, pois já pensavam em namoro, as assanhadas com Juquitiba. Cara-De-Bocó nunca mais apareceu. F i m 
Escrito por Escrito por Fatóca às 12h06
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